sábado, 4 de dezembro de 2010

Pedido dos olhos.

No meio de noites frias,
minha alma sonhava com a tua
Te procurava em vão pela rua
Reclamava a tua falta,
então chorava

Era o pedido aflito,
que minhas lágrimas clamavam e suplicavam.
Te procurei no parque e nos bancos de jardim
Não encontrei nada
Apenas vestígios antigos do que um dia
foi o nosso amor.

Cada parte traz uma ardor e um peso no peito
Sobe até a garganta a vontade de gritar
engulo pra não assustar
quem não pode entender
o meu sofer.

No dia em que eu me esquecer,
não serei mais eu
pois tudo em mim
é você.

4 comentários:

  1. Gostei muito de seu poema!
    maduro, profundo, e muito bem elaborado.

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  2. Conheço bem este teu sentimento, é tramado, mas a vida é assim...há pessoas que não merecem o nosso amor! Passa bem

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  3. gostei muito desse seu poema meu irmao, e sei bem oque é a dor ! perdi uma pessoa q eu amava e muito, masa vida continua ,posso nao ter o amor dela mas ,posso tentar ser feliz com isso , vlw um abraço!!

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